quarta-feira, dezembro 13, 2006
quinta-feira, dezembro 07, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Crônicas Sociais
Parte I
Amizade é uma coisa que pode ser considerada nos dias atuais como algo abstrato.
Só existe na teoria e os verdadeiros amigos estão sendo chamados de volta ao céu.
Aqui as leis da amizade foram violadas pelos mesquinhos impulsos da conveniência.
Coisas pertencentes as massas.
Atualmente, para acreditar em amizade verídica, temos que ter acreditado primeiro em Papai noel. Se mesmo assim ainda restar algum amigo, assegure-se de que ele saiba discernir entre o dom da amizade pela amizade e o ato de se dar bem.
Parte II
Considero que a verdade deve ser o hábito inequívoco da alma. Ela não choca as pessoas, no entanto, as atitudes precursoras definem os trâmites da ética e da normalidade.
Com a inversão de valores vigente, o certo se transformou em errado. Passei então para o lado marginal da história. De certa forma acho até confortável...
Não tenho aquela preocupação em fazer tudo o que todos fazem a fim de ser considerado normal.
Para mim, vale muito mais a preservação de meus valores do que partilhar de vis costumes.
Partilhar não seria o verbo correto, aculturar se enquadra melhor, pois se perdemos nossos valores e adquirimos os costumes impostos pelos outros temos aí sua definição.
É, acho muitos de nós ainda têm a alma dos índios de outrora...
Li estas interessantes crônicas no Idéia Natural
terça-feira, novembro 28, 2006
É sempre bom ler algo do Carlos Drummond

Sem razões de amar
"Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça e com amor não se paga.
Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor."
"Kda x >" essa poesia dedico a vc....
"Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça e com amor não se paga.
Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor."
"Kda x >" essa poesia dedico a vc....
domingo, novembro 26, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
Barulho de carroça

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia.
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, é por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Autor desconhecido.
Engraçado como isso se aplica de cara a certas pessoas
domingo, novembro 19, 2006
quarta-feira, novembro 15, 2006
Assinar:
Comentários (Atom)
